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23 de fevereiro de 2013

Sala de Projeção

Há várias características que Guerra ao Terror, brilhante trabalho anterior da diretora Kathryn Bigelow, divide com este A Hora Mais Escura: ambos conferem grande importância ao procedure, soam quase documentais devido à precisão com que constroem seus acontecimentos e têm, como centro de suas narrativas, personagens fortes e obcecados por suas profissões. Além disso, Bigelow e o roteirista Mark Boal, ao contrário de realizadores como Oliver Stone (que sempre faz questão de carregar sua opinião nos projetos que assume), evitam fazer discursos ideológicos escancarados em seus filmes, permitindo que a obra fale por si mesma – o que levou Guerra ao Terror a ser mal compreendido por vários espectadores, que o encararam como uma peça pró-intervenção no Iraque (apesar de, na minha opinião, a epígrafe e o desfecho angustiante do longa deixarem pouca margem para dúvidas).

Em A Hora Mais Escura, no entanto, Bigelow e Boal…

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